Boletín PANAFTOSA

Boletím do Centro Pan-americano da Febre Aftosa
(No. 64–67, 1998-2001)

Conteúdo (81 pp, PDF, trilingüe português-espanhol-inglês)

Considerações sobre biosegurança em arquitetura de biotérios (Telma Abdalla de Oliveira Cardoso)
Resumo: Este trabalho visa a reflexão do desenvolvimento da pesquisa científica brasileira, relativa à programação arquitetônica de biotérios e de laboratórios de experimentação animal, tendo como premissa que o ambiente físico é um aspecto importante, que contribui para a confiabilidade e repetibilidade dos resultados experimentais. Para a discussão das variáveis que caracterizam a ciência de animais de laboratório, a equipe multidisciplinar envolvida, necessita lançar mão de diretrizes para fundamentar o processo de planejamento das edificações. A programação arquitetônica representa uma das formas de pensar da própria atividade de pesquisa, propondo-se a definir as condições adequadas, espacial e ambientalmente, para que o trabalho do pesquisador possa se desenvolver.

Imnmunohistochemical recognition of a wide spectrum of lyssaviruses in formalin-fixed tissues by one monoclonal antibody (Jorge W. López, Charles V. Trimarchi, Alexander I. Wandeler, Yvonne van Gessel) (en inglés)
Resumo: O reconhecimento imunohistoquímico de um amplo espectro de lyssaviruses em tecidos fixados em formalina por um anticorpo monoclonal.
Uma tinção de imunoperoxidasa indireta (complexo avidina-biotina) usando o anticorpo monoclonal 5DF12-3B6, que reconhece a proteína N do vírus da raiva, se usou para detectar antígeno do vírus da raiva em mostras de tecido de 15 espécies animais e uma mostra humana infectadas com raiva naturalmente ou experimentalmente. Este anticorpo monoclonal reconheceu todas as 16 cepas do vírus da raiva que foram usadas em este estudo, como também lyssavirus relacionados à raiva como Duvenhage, Lagos Bat e Mokola. A amostra infetada com Mokola demonstrou inicialmente uma tinção que ficou mais forte quando se eliminou o tratamento com Pronase E. A tinção é sensível e específica, identificando corretamente o antígeno de raiva em todas as amostras usadas, com excessão de uma amostra (37/38) que era debilmente positiva por IFA e muito pequena. Contudo não se detectou tinção específica nas mostras negativas (23/23). A utilidade do método de tinção de imunohistoquímica descrito se baseia na habilidade de um anticorpo monoclonal para reconhecer um amplo espectro de lyssavirus em tecidos fixados em formalina.

Vacinação emergencial de bovinos contra a febre aftosa (Gilfredo Comparsi Darsie, José Lourenço dos Reis, Alberto Knust Ramalho)
Resumo: Experimentou-se a utilização de uma vacina monovalente formulada com antigeno da cepa O1 Campos e saponina como adjuvante, para vacinação emergencial de bovinos em áreas livres de febre aftosa. Os resultados obtidos demonstram vários aspectos favoráveis à sua recomendação.

Uso de una proteína recombinante del virus de la fiebre aftosa, la polimerasa 3D, en una prueba de inmunodifusión en gel de agar (Bergman Ingrid E., Malirat Viviana, Falczuk Abraham, Söndahl Magnus S.)
Resumo: Uso de uma proteína recombinante do vírus da febre aftosa, a polimerasa 3D, em uma prova de imunodifusão em gel de agar.
Neste estudo, se examinou a efetividade do uso do polipeptídico 3D recombinante, obtido em sua forma nativa numa prova de IDGA (IDGA-3D), para uso na detecção de anticorpos específicos de infecção com VFA, independentemente da condição de vacinação. Os resultados indicam que em relação à prova tradicional de IDGA-VIAA, a IDGA 3D oferece, particularmente quando se avaliam soros de baixo título, um método mais consistente, com especificidade comparável e pelo menos a mesma sensibilidade. Nenhum dos antígenos ofereceu uma vantagem particular com respeito à definição das bandas de precipitação. A substituição do VIAA pela proteína 3D recombinante tem consideráveis atrações, dado que proporciona um fornecimento ilimitado de material inócuo, econômico, de fácil purificação e consistente, eliminando a presença potencial de antígenos não específicos de células BHK ou componentes do capsídeo do VFA. inglês

Resúmenes: Lista   |   Capítulo com todos os resumos (espahnol-inglês)

  1. Baranowski, E. et al., Determinantes múltiples de virulencia del virus de la fiebre aftosa en cultivo celular
  2. Cameron, A.R. y F.C. Baldock: Una nueva fórmula de probabilidad de los estudios para la erradicación substancial de la enfermedad
  3. Clercq, K., Implementación de una garantía de calidad en los laboratorios nacionales de fiebre aftosa, basada en las directrices del Organismo Internacional de Epizootias
  4. Cox, S.J. et al., Vacunación de emergencia en ovejas contra la fiebre aftosa: protección contra la enfermedad y reducción de la transmisión por contacto
  5. Dufour, B., Método de evaluación técnico y económico para utilización en el mejoramiento de las redes de vigilancia de la enfermedad infecciosa animal
  6. Hutber, A.M. et al., Control de la fiebre aftosa por vacunación y el aislamiento de animales infectados
  7. López Inzaurralde, A. y E.C. Moreira, Epidemiologíoa de la estomatitis vesicular en Brasil: una revisión
  8. MacKay, D.K.J. et al., Diferenciando infección de vacunación contra la fiebre aftosa usando un panel de proteínas recombinantes, protéinas no-estructurales en ELISA
  9. Mateu, M.G. et al., Análisis mutacional de epítopes discontinuos del virus de la fiebre aftosa usando el precursor del mromoter de la cápsula sin procesar
  10. Mattion, N. et al., Vacuna de emergencia contra la fiebre aftosa: Inducción temprana de inmunidade en especies susceptibles
  11. Murphy, M.L.P. et al., Localización del RNA del virus de la fiebre aftosa por hibridización in situ en los tejidos bovinos
  12. Niedbalski, W. et al., Cuantificación en genomas del virus de la fiebre aftosa en tejido bovino mediante RT-PCR competitivo
  13. Ried, S.M. et al., Comparación de la transcripción invertida de la reacción en cadena de polimerasa, ELISA y aislamiento viral para el diagnóstico de rutina de la fiebre aftosa
  14. Reid, S.M. et al., Diagnóstico de la fiebre aftosa por RT-PCR: Evaluación de iniciadores para caracterización serotípica de RNA viral en muestras clínicas
  15. Sadir, A.M. et al., Mejora de la respuesta inmunidad por la vacuna contra el virus de la fiebre aftosa en bezerros mediante el uso de Avridine como adyuvante
  16. Salt, J.S. et al., Vacunacióon de emergencia en cerdos contra la fiebre aftosa: protección contra la enfermedad y reducción de la transmisión por contacto
  17. Sanmartino, L.E. et al., Evaluación de protección contra la brucelosis proporcionadz por cepa 19 en bovinos vacunados simultáneamente con la vacuna contra la fiebre aftosa con adyuvante oleoso
  18. Saraiva, V., Bases metodológicas para la caracterización de riesgo
  19. Sevilla, N. et al., Un virus RNA puede adaptarse a la multiplicidad de la infección
  20. Shen, F. et al., Diferenciación de animales convalecientes de aquellos vacunados contra la fiebre aftosa por un peptídeo ELISA
  21. Sorensen, K.J. et al., Diferenciación entre infección y vacunación contra la fiebre aftosa a traves de la detección de anticuerpos por las protéinas no estructurales 3D, 3AB y 3ABC en ELISA usando antígenos expresados en baculovirus
  22. Toja, M. et al., Secuencia genómica de nucleótido de un clone de virus de la fiebre aftosa y sus derivativos persistentes. Implicaciones para la evolución de quasiespecies virales durante una infección persistente